• Mayla Valenti

Comunicação para um mundo melhor (parte 2)


Oi! Tudo bom? Vamos continuar nosso papo sobre a coerência no uso da linguagem... Quando procuramos usar uma linguagem não impositiva, demonstramos respeito ao conhecimento e à opinião das outras pessoas, ou seja, à sua autonomia para escolher o que querem e o que não querem realizar. As chamadas para atitudes sustentáveis que circulam por aí, ou mesmo as que são faladas nas atividades educativas costumam usar o verbo no imperativo e direcionar a ação das pessoas sem que elas tenham chance de se manifestar a respeito do tema. Por exemplo: "plante uma árvore", "economize água", "recicle seu lixo". Nós aqui na Fubá procuramos evitar este tipo de comunicação e usar frases que incentivem uma reflexão e um posicionamento sobre determinado tema, sem impor uma ação ou uma visão de mundo. Em comunicações curtas, como nas redes sociais, isto é um desafio grande! E aí, a gente precisar usar bastante a criatividade para encontrar saídas para manter uma comunicação coerente e objetiva ao mesmo tempo! Selecionamos algumas estratégias que temos usado nesta busca:


Isso faz sentido pra você? Queremos muito saber se você já tinha reparado na nossa forma diferente de nos comunicar e qual o efeito que essa linguagem provocou em você. Você se sentiu mais respeitada(o)? Ou insegura(o) sobre o que estamos compartilhando? Este é um risco que corremos ao escolher uma linguagem coerente. Mas por enquanto, a gente continua achando que vale a pena!

#EducaçãoAmbiental #Comunicaçãodialógica

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