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  • Mayla Valenti

Educação ambiental para a conservação da biodiversidade

Atualizado: 21 de Mar de 2019


Entre tantos problemas políticos, sociais e econômicos que nosso país enfrenta, às vezes, fica difícil compreender a importância da conservação da biodiversidade neste contexto. Mas, esta é uma ação fundamental para a manutenção da vida do planeta. E o Brasil tem uma responsabilidade global neste tema, pois mantemos boa parte da biodiversidade mundial.


Desde que a nossa sociedade começou a se preocupar com o meio ambiente, a conservação da biodiversidade tem sido uma das questões mais importantes. Ela tem a ver com o equilíbrio dinâmico da natureza, com a manutenção de espécies e ambientes e todas as inúmeras interações que isso envolve. Inclusive a interação com os seres humanos.


Em geral, as ações humanas impactam profundamente e de forma negativa a biodiversidade. O desmatamento, a poluição, a introdução de espécies exóticas são alguns exemplos que geram consequências muitas vezes irreversíveis para a diversidade de vida que temos no planeta.


Mas, existem também algumas ações humanas que favorecem ou que, pelo menos, geram muito menos impactos negativos. Muitas práticas de comunidades e povos tradicionais ajudam a manter o equilíbrio ecológico. A agricultura agroecológica, as construções sustentáveis, a alimentação orgânica e natural não são invenções do nosso tempo! Com nomes diferentes, elas fazem parte do dia-a-dia de muitas pessoas que vivem de uma forma bem mais harmônica com a natureza.


E é justamente na relação entre os seres humanos e os não humanos que entra a educação ambiental. Como educadoras(es), temos o papel de compreender essas relações, identificar desafios e potencialidades e promover a busca de soluções junto com nosso público.


Ou seja, o diálogo e a participação são princípios fundamentais desse processo. Para atuar pela conservação da biodiversidade precisamos estar muito abertas(os) a aprender com as pessoas e compartilhar nossas experiências. O que é bem diferente de uma abordagem acusatória e impositiva.


Para a nossa equipe, esta sempre foi uma área de atuação muito interessante. Na pós-graduação nos envolvemos em diversas pesquisas com educação ambiental e conservação da biodiversidade. Inclusive ajudamos a escrever um livro (Educação ambiental para a conservação da biodiversidade: animais de topos de cadeia) sobre isso, quem se lembra?


E agora estamos muito entusiasmadas, pois acabamos de firmar uma parceria com o ICAS - Instituto de Conservação de Animais Silvestres. O ICAS atua com projetos de conservação da biodiversidade no Brasil, com foco em duas espécies da nossa fauna: o tatu-canastra e o tamanduá-bandeira. O ICAS foi fundado pelo pesquisador Arnaud Desbiez, uma pessoa inspiradora e engajada.


Desde setembro, a Fubá é responsável pelo desenvolvimento do plano estratégico de educação ambiental do instituto. A Andréia, coordenará as ações que terão o apoio de toda a nossa equipe.


É um orgulho para nós fazer parte desse movimento e contribuir para a conservação do tatu-canastra, do tamanduá-bandeira, do Pantanal, do Cerrado e também da diversidade sócio-cultural dessas regiões.

Para conhecer mais sobre o trabalho do ICAS, acesse o site: https://www.icasconservation.org.br/



E a nossa proposta para você nesta semana é bastante desafiadora: pensar em como você pode contribuir para a conservação da nossa biodiversidade. Não é um exercício fácil, pois as ações não costumam ser óbvias. Vamos fazer uma lista de ações possíveis juntas(os)? Se você aceitar o desafio, é só deixar suas ideias registradas nos comentários do nosso blog.



Nós estamos desenvolvendo um aplicativo educativo, acessível para todas as pessoas, para visitas em zoológicos, aquários, trilhas, parques e outros espaços educadores. Assim é uma forma de mostrar como esses lugares contribuem para a conservação da biodiversidade, e de qualificar a experiência das e dos visitantes.


Sentiu interesse no aplicativo? Acesse o link para saber mais:

http://bit.ly/2OfNeMJ


#Biodiversidade #ICAS