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  • Mayla Valenti

Consciência negra e educação ambiental

Atualizado: 19 de Mar de 2019


Dia 20 de novembro comemoramos o dia da Consciência Negra. Este é um dia para relembrarmos que nossa sociedade ainda está longe de ser igualitária. Também é um dia para valorizarmos as lutas dos movimentos sociais, especialmente a do movimento negro. A Educação Ambiental valoriza os movimentos coletivos e a participação política. Nesse caso, temos muito a aprender com o movimento negro. Graças ao engajamento de muitas pessoas em ações coletivas, podemos comemorar alguns avanços nesse tema. Já faz um tempo que o racismo é crime no Brasil. Temos políticas de ações afirmativas que buscam reparar um pouco da desigualdade causada pelo histórico da escravidão e pelo racismo. Temos alguns territórios e comunidades quilombolas reconhecidos. Precisamos lembrar que essas ações não são suficientes para acabar com o preconceito e com a discriminação. E que devemos estar sempre atentas e atentos, pois os direitos conquistados até o momento podem ser questionados, modificados e até extintos. Além de participar de movimentos coletivos e atuar em benefício dessa causa, cabe a cada uma e a cada um de nós refletir sobre os nossos próprios pensamentos e atitudes e, aos poucos, mudarmos nossas ações em busca de uma sociedade igualitária. Porque é difícil reconhecer, mas estando imersas ou imersos nessa sociedade, é muito provável que tenhamos alguns pensamentos e ações racistas. Mesmo sem querer. Mesmo sem perceber.


Como educadoras e educadores, nosso papel fica ainda mais sério. Se estamos querendo contribuir para a construção de um mundo mais justo e mais sustentável, e que haja respeito entre as todas as pessoas, esse tema também deve fazer parte da Educação Ambiental. Precisamos dialogar com o nosso público. Precisamos valorizar e incentivar a diversidade nas interações educativas. E precisamos coibir qualquer tipo de preconceito.

Então neste dia, deixamos aqui como fonte de inspiração um documentário sobre comunidades quilombolas no Amazonas. Ele foi feito como trabalho de conclusão de curso de jornalismo da Universidade Federal do Amazonas por Graciane Marinho e Mariane de Souza, com orientação de Hudson Beltrão Júnior.


Uma ideia de atividade bem interessante para você incluir no seu planejamento é a confecção de bonecas de pano com grande significado histórico: as Abayomis. Veja como é fácil de fazer no vídeo do canal Afros e Afins por Nátaly Neri.


ORIGAMI ANIMAIS DO CERRADO


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