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  • Mayla Valenti

Como elaborar projetos de educação ambiental que de fato coloquem a teoria em prática

Olá, tudo bem?

Elaborar projetos de educação ambiental é uma tarefa comum para quem trabalha ou pretende trabalhar com educação ambiental. Pensar em um projeto é importante para termos clareza das nossas ideias, para buscar a coerência entre teoria e prática, para organizar o trabalho, dividir tarefas, conseguir recursos necessários e definir a forma de comunicar sobre as ações desenvolvidas para obter apoio.



Para elaborar um projeto de Educação Ambiental, nós acreditamos que o primeiro passo seja a realização de um diagnóstico da realidade onde se pretende trabalhar. É muito importante conhecer os problemas e os potenciais socioambientais daquele contexto e também as demandas e expectativas do público para propor algo que faça sentido para aquele espaço e para aquelas pessoas.

Depois de feito o diagnóstico, vamos definir os objetivos do projeto. Ou seja, é hora de analisar os resultados do diagnóstico e identificar o que aquela comunidade, ou aquela escola, ou aquela empresa precisa. O que é mais importante para aquele público. Assim, os objetivos do projeto vão combinar dois aspectos: o que a comunidade quer, espera, precisa e o que nós, educadoras e educadores, queremos, acreditamos que seja necessário desenvolver.

Quando nós definimos o que é importante, mesmo que seja de forma inconsciente, estamos inserindo no projeto a nossa visão teórica da Educação Ambiental.

Por isso, outro aspecto essencial é termos isso bem claro. O que você acha que é uma boa educação ambiental? Por quê? Mesmo que você tenha essas respostas nítidas em sua mente, é sempre bom colocar no papel. Refletir sobre e registrar os nossos objetivos aumentam as chances de alcançá-los. 

Depois de selecionar os objetivos, chega a hora de definir as atividades. E aqui, de novo, a busca de coerência é fundamental. Não adianta nada fazer um diagnóstico bem aprofundado, definir objetivos consistentes e no fim, realizar atividades que não ajudam em nada a chegar nesses objetivos. Por isso, conhecer e ter clareza dos princípios da Educação Ambiental é primordial para definir as atividades.

É verdade que na prática, nem sempre isso acontece nessa ordem. Muitas vezes uma ideia de projeto surge a partir da concepção de uma atividade. E não tem problema! Desde que se busque a coerência entre a atividade, os objetivos do projeto e as demandas do público.

A próxima etapa que vamos apresentar e que não deve ser necessariamente a última a ser realizada é a avaliação. É ela que vai nos ajudar a entender se o que estamos fazendo de fato tem sentido para o público e se está trazendo os resultados esperados. É ela também que nos ajuda a melhorar o nosso trabalho, tanto o que estamos realizando naquele momento quanto os nossos trabalhos futuros.

Nós entendemos que o melhor é avaliar todo o processo educativo conforme ele vai acontecendo para irmos fazendo os ajustes necessários durante o projeto. Outro ponto importante a ser considerado na avaliação é que ela seja formativa, ou seja, que a própria avaliação promova reflexão e aprendizado de todas as pessoas envolvidas, tanto do público, como da equipe de educadoras.

Em todas as etapas, a criatividade é uma ferramenta que nos ajuda a superar os desafios que comumente encontramos para desenvolver projetos de educação ambiental como a falta de verba, ou de pessoas. Ela também propicia o aproveitamento de todas as potencialidades (que sempre existem!) e a criação de projetos inovadores que realmente gerem transformação.

E você, já havia pensado nessa forma de elaborar um projeto a partir de um diagnóstico inicial? Se respondeu sim, você considera que isso fez diferença na prática? Se disse não, que tal experimentar essa ideia no seu próximo projeto?


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